A Primato Cooperativa Agroindustrial, com sede em Toledo, no Oeste do Paraná, integra novamente a lista das mil maiores empresas do Brasil na mais recente edição do Anuário Valor 1000, do jornal Valor Econômico. O levantamento, elaborado em parceria com a Serasa Experian e com critérios técnicos definidos pelo Centro de Estudos em Finanças da FGV/SP, avaliou o desempenho de milhares de empresas brasileiras com base nos resultados do exercício de 2025.
Na 26ª edição do ranking, lançada em setembro em São Paulo, a Primato aparece na 591ª posição geral entre as maiores companhias do país — públicas, privadas e multinacionais. O resultado representa um avanço expressivo em relação às edições anteriores, quando a cooperativa ocupava a 687ª posição (com base no exercício de 2024) e a 717ª colocação (referente a 2022). Em apenas alguns anos, portanto, a Primato subiu mais de cem posições no ranking nacional, um movimento que reflete a expansão de suas operações e a consolidação de sua presença em diferentes elos do agronegócio, do campo à mesa do consumidor.
Fundada em 1997, a Primato nasceu com a finalidade de representar os setores de suínos e leite na região toledana. Ao longo das últimas décadas, diversificou-se para a fabricação de rações, operação de supermercados, restaurantes, farmácia e posto de combustível, além do recebimento de grãos — reunindo hoje mais de 13 mil cooperados e 52 unidades espalhadas por mais de 360 municípios.
Compromisso com o produtor
Para o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, o avanço no ranking Valor 1000 é reflexo direto do trabalho de equipe construído ao lado de quem sustenta o negócio: o produtor rural. “Esse resultado não pertence apenas à cooperativa, pertence a cada um dos nossos cooperados. São eles que acordam cedo, cuidam da terra, dos animais, das lavouras e alimentam o país todos os dias. Nosso papel é justamente esse: criar as condições para que o produtor cresça, tenha renda justa e segurança para investir no futuro”, avalia Sabadin.
O presidente destaca ainda que o crescimento não é um objetivo isolado, mas consequência de um modelo de gestão e trabalho em conjunto que prioriza a relação de longo prazo com quem produz. “É mais uma comprovação de que estamos no caminho certo, gerando valor real para quem está na ponta da cadeia produtiva. Quando o cooperado prospera, a Primato prospera. Essa é a essência do cooperativismo, e é isso que nos trouxe até aqui”, complementa.
Expansão estratégica e proximidade com o campo
Já o diretor executivo da Primato, Juliano Millnitz, reforça que os próximos passos da cooperativa seguem uma lógica de expansão planejada, aliada ao investimento em tecnologia e assistência técnica. “Estamos ampliando nossa estrutura, com novas unidades em regiões onde o produtor precisa de mais proximidade e de mais suporte. Não se trata de crescer por crescer, mas de estar onde o cooperado está, entender suas necessidades e oferecer soluções concretas para o dia a dia da propriedade”, explica.
Segundo o diretor executivo, a cooperativa investe continuamente em equipes técnicas qualificadas e em ferramentas que ajudam o produtor a aumentar a eficiência da produção. “É por valorizar essa proximidade que a Primato está ao lado do cooperado em cada etapa, da produção à comercialização. É esse conjunto de fatores que nos permite seguir crescendo de forma sólida, ano após ano”, conclui.
Cooperativismo paranaense em destaque
O bom desempenho da Primato acompanha um movimento mais amplo do cooperativismo agropecuário do Paraná no Valor 1000 2026. Ao todo, 19 cooperativas do estado figuram entre as mil maiores empresas do país, somando cerca de R$ 158,7 bilhões em receita líquida no exercício de 2025 — liderança que destaca o peso do modelo cooperativo na economia nacional e no fortalecimento da agricultura familiar e empresarial brasileira.








