Uma ocorrência que envolveu confusão, danos materiais, difamação e desacato mobilizou a equipe ROTAM em Toledo no sábado (08). O fato teve início em um estabelecimento comercial onde um homem, visivelmente alterado, causou tumulto e ofendeu funcionários.
A equipe policial foi acionada para atender a uma ocorrência de indivíduo alterado que estaria insultando funcionários e danificando produtos no local.
Comportamento Alterado e Briga Generalizada
Os responsáveis pelo estabelecimento relataram que o homem chegou por volta do meio-dia e começou a consumir bebida alcoólica. Com o passar do tempo, seu comportamento se alterou, e ele passou a insultar e perturbar os funcionários, dirigindo-se ao caixa e chamando uma atendente de “grossa” e “estúpida”. Ele também exigiu, repetidamente, que colocassem a música de sua preferência e chamou os responsáveis pelo local de “babacas” por diversas vezes.
Por volta das 19h, a situação escalou quando o indivíduo retornou ao caixa, desferiu um tapa na mesa e tentou derrubar produtos. Frequentadores tentaram contê-lo, mas ele reagiu investindo contra os presentes com socos e cotoveladas, causando uma briga generalizada. A confusão resultou em danos materiais, como a quebra de copos e garrafas no interior do estabelecimento.
Após a briga, o homem deixou o local a pé, na companhia de uma mulher.
Desacato e Ameaças Contra a ROTAM
A equipe ROTAM localizou o casal em via pública, a cerca de 150 metros do estabelecimento, e procedeu à abordagem. No momento da voz de abordagem, ambos se recusaram a colocar as mãos sobre a cabeça.
A mulher resistiu e, ao retirar dinheiro do bolso, afirmou: “deixa eu pegar o dinheiro do bolso antes que vocês roubem”. O homem, por sua vez, passou a xingar a equipe policial, chamando-os de “safados” e “vagabundos”.
Diante da resistência e agressividade, foi dada voz de prisão aos dois. Durante o deslocamento ao Batalhão, o homem continuou o desacato, chutando o compartimento de presos e proferindo ameaças, afirmando ser proprietário de uma emissora de rádio e que os policiais “iriam pagar por isso”. Já no Batalhão, ele declarou conhecer um deputado e disse que processaria a equipe policial assim que fosse liberado.
Os responsáveis pelo estabelecimento manifestaram o desejo de representar legalmente pelos danos materiais e pela difamação sofrida. O casal foi encaminhado para os procedimentos cabíveis.
Da Redação