Delegado afirma que ainda não há prova de racha em acidente com Audi A4

por: Marini

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A investigação sobre o acidente que matou João Vitor Deves e Bruna Limberger ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (7), em Cascavel. As

O motorista do Chevrolet Cruze, de 21 anos, ouvido pela Polícia Civil na quarta-feira (6), negou que participava de um racha na Avenida Tancredo Neves no momento do acidente. A passageira do veículo também prestou depoimento e igualmente negou a disputa de velocidade.

Segundo o delegado Pedro Fontana, no Cruze estavam quatro pessoas. A investigação confirmou ainda que foi a namorada do motorista quem acionou o socorro logo após a batida. Conforme a Polícia Civil, essa informação foi comprovada durante as diligências. A jovem acabou passando mal e o jovem levou ela até em casa, mas depois teria retornado.

Além disso, foi relatado que João Vitor e o outro motorista não se conheciam, a namorada e Bruna eram amigas.

“Não temos como provar se havia racha. O Audi ultrapassa, na sequência aparece um Compass branco na frente que está andando na via normal no trânsito. Ele ultrapassa e na hora de ele voltar para a pista ele perde a tangência e começa a derrapar […] Uma coisa que chamou atenção nas imagens é que o Audi passa com o pisca alerta”, conta o delegado Pedro Fontana.

Os investigadores também já têm acesso a diversas imagens de câmeras de monitoramento que mostram momentos relacionados ao acidente. Apesar disso, as gravações não serão divulgadas para a imprensa neste momento, para não comprometer o andamento da investigação.

João Vitor Deves e Bruna Limberger morreram após o Audi A4 em que estavam atingir violentamente um poste na Avenida Tancredo Neves, na madrugada do dia 1º de maio.

Se for confirmado o racha, o motorista do Cruze pode responder por competição irregular de velocidade.

Com informações da Catve,

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