Um homem de 64 anos, condenado definitivamente pelo crime de estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), na tarde de quinta-feira (29). O mandado de prisão foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Toledo, que determinou o cumprimento da pena em regime fechado.
A prisão foi realizada por investigadores do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (NUCRIA) de Cascavel, em uma chácara localizada na zona rural, nas proximidades da comunidade de Juvinópolis, às margens da PR-180.
Ao chegar à propriedade, os policiais chamaram o suspeito, que inicialmente tentou dificultar sua identificação, apresentando um nome parecido, mas diferente daquele que constava na ordem judicial.
Entretanto, como os investigadores possuíam uma fotografia oficial e os dados do condenado, conseguiram confirmar sua identidade. Confrontado com as informações, o homem acabou admitindo quem realmente era.
Homem apresentou resistência durante abordagem
Após ser informado sobre o mandado de prisão, o condenado foi autorizado a entrar na residência para buscar seus documentos.
Nesse momento, passou a demonstrar nervosismo, questionou as orientações dos policiais e tentou se afastar da equipe. Diante do comportamento, foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança da abordagem.
O homem foi conduzido à unidade do NUCRIA de Cascavel para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado à Cadeia Pública do município.
Condenação foi determinada pela Justiça de Toledo
Conforme a Polícia Civil, o mandado decorre de uma condenação transitada em julgado, ou seja, uma decisão judicial definitiva, contra a qual não cabem mais recursos.
O crime pelo qual o homem foi condenado está previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, que trata do estupro de vulnerável.
A pena restante a ser cumprida é de 9 anos e 4 meses de prisão, em regime fechado.
O condenado permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias de crimes contra crianças e adolescentes podem ser realizadas de forma anônima pelo telefone 181 ou diretamente nas unidades policiais.