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PACIENTE VOLTA A ANDAR E RETORNA À HOESP/HOSPITAL BOM JESUS PARA AGRADECER À EQUIPE

Marini

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A emoção de voltar a andar ganhou um significado especial para Ademir Cassol Foletto, morador de Santa Helena. Após passar 40 dias internado na Hoesp/Hospital Bom Jesus, em Toledo, ele retornou à instituição nesta sexta-feira, dia 16, para reencontrar os profissionais que o acompanharam durante um dos períodos mais difíceis de sua vida. Desta vez, ele chegou caminhando, ao lado da esposa, e com um sentimento que resume tudo o que viveu no hospital: gratidão.

Ademir sofreu um grave acidente em 8 de novembro de 2025, que resultou em uma lesão na coluna. Diante da gravidade do quadro, foi transferido para Toledo, onde permaneceu 34 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e outros seis dias na enfermaria. Na alta hospitalar, ainda não conseguia andar e tinha poucas expectativas de recuperar os movimentos.

Reaprender a caminhar foi um processo desafiador, mas Ademir não desistiu. “Reaprender a andar foi muito difícil e doloroso. Mas tive muita força dos fisioterapeutas e da minha família. Eu me esforcei muito, e como disse brincando, na força do ódio, porque não queria ficar na cama. Eu queria voltar a andar e consegui. Hoje, voltar aqui caminhando é um sentimento de gratidão”, relata.

Apesar da evolução, Ademir ainda não retornou ao trabalho e segue em recuperação. Mesmo assim, a possibilidade de caminhar novamente representa uma conquista importante. Para o coordenador da UTI, Marcelo Giovani Biet, acompanhar a evolução do paciente e reencontrá-lo andando é motivo de alegria para toda a equipe.

“A recuperação dele foi muito boa, e é muito gratificante vê-lo assim, bem, caminhando e vindo nos visitar. Quando ele chegou, realmente não tínhamos boas expectativas de melhora. Todo o nosso esforço é voltado para a recuperação do paciente, e ver essa evolução nos deixa muito felizes”, diz.

O retorno de pacientes que superaram momentos delicados também tem um significado especial para os colaboradores. O enfermeiro de Relações Públicas, Itamar Weiwanko, ressalta que reencontrar alguém que esteve internado, agora recuperado, é uma forma de perceber o impacto do trabalho realizado diariamente.

“É perceptível o sorriso da equipe quando um paciente volta para mostrar que está bem. A rotina é muito corrida, todos têm muitas responsabilidades, mas momentos como esse alegram demais os profissionais. É muito bom saber que alguém que passou por uma situação tão difícil está conseguindo se recuperar”, destaca.

A esposa de Ademir também fez questão de acompanhar o retorno e agradecer pessoalmente à equipe. Para ela, foram dias de angústia e incertezas, mas também de muito cuidado e dedicação por parte de quem esteve ao lado do marido durante a internação.

“Foi um momento muito difícil para nós. Eu acompanhei tudo de perto e vi a dedicação de todos os colaboradores para que ele pudesse se recuperar. Por isso, fiz questão de voltar aqui e agradecer pessoalmente a cada um que nos ajudou nesse período”, ressalta.

 

Marini

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