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Defesa se manifesta e fala em profunda desolação após morte de escrivã da PF em Cascavel

Marini

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Defesa se manifesta e fala em profunda desolação após morte de escrivã da PF em Cascavel

A defesa de Júlio César Waltemann de Freitas, 58 anos, preso após a morte de Vanessa Marty, de 44 anos, escrivã da Polícia Federal em Cascavel divulgou, nesta quinta-feira (25), uma nota pública sobre o caso, que segue sob investigação da Delegacia de Homicídios.

No comunicado, o escritório responsável pela defesa afirma que os fatos representam uma “tragédia” e que o episódio causou profunda desolação, destacando que toda a situação teria abalado a sociedade cascavelense.

“Desde o ocorrido, o acusado colaborou com as forças de segurança, auxiliando na elucidação dos fatos. É um momento de imensa dor e que deve ser respeitado o luto de toda a família!”, diz trecho da nota

A nota também menciona que o investigado teria colaborado com as forças de segurança desde o início das apurações, auxiliando no andamento dos trabalhos policiais.

A defesa reforça ainda que o momento é de dor e pede respeito ao luto das famílias envolvidas, destacando que a investigação está sendo conduzida pela autoridade policial com base em critérios técnicos e dentro dos procedimentos legais.

O texto faz críticas a interpretações antecipadas do caso, citando o risco de julgamentos precipitados por parte da opinião pública e em redes sociais, e reforça princípios como presunção de inocência, devido processo legal e ampla defesa.

O caso segue em investigação.

Com informações da Catve.

Marini

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