Família convive com casos de diabetes tipo 1 e 2 e reorganiza rotina de cuidados

O empresário Francisco Osmar Froeder, 67 anos, convive com a diabetes tipo 2 desde os 50 anos. Como tratamento, ele evita a ingestão de açúcar e investe na atividade física. Já o neto, Arthur Froeder de Miranda, 10 anos, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 há três anos e além dos cuidados com a alimentação e exercícios, ele precisa medir a glicemia várias vezes ao dia e fazer uso da insulina.

 

Apesar do parentesco, os dois casos não estão relacionados. Enquanto a diabetes tipo 2 é uma doença crônica em que ocorre uma resistência à ação da insulina nos órgãos periféricos, como músculo e tecido adiposo, a diabetes tipo 1 ocorre quando o sistema imunológico ataca as células que produzem a insulina, assim não há produção suficiente para fazer com que a glicose entre nas células, permanecendo no sangue e ocasionando aumento nas taxas glicêmicas.

 

Segundo a endocrinologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Luiza Esteves, a diabetes tipo 2 tem fator genético diferente da 1. “A tipo 2 é mais comum e acomete adultos e idosos, porque está ligada ao estilo de vida, como ingestão de muito açúcar e a falta de atividade física. Já a tipo 1, aparece na infância ou adolescência, é autoimune. Nesse caso, há fabricação de anticorpos contra o pâncreas, com isso ele diminui seu funcionamento e, consequentemente, a produção de insulina”, explica a médica.

 

Outra diferença apontada pelos especialistas, é que a diabetes tipo 2 é silenciosa e seu tratamento é mais fácil. Já a tipo 1, costuma ser percebida pela sede excessiva, vontade constante de urinar e perda de peso.

 

Tratamento contínuo

 

A diabetes requer cuidados contínuos e um tratamento adequado. Para o tipo 2, que é mais comum, além das mudanças no estilo de vida, como adotar uma dieta saudável e praticar exercícios físicos regularmente, o tratamento medicamentoso desempenha um papel fundamental no controle dessa condição. A indústria farmacêutica disponibiliza diversas substâncias para controle do diabetes, mas é importante que o paciente siga as orientações médicas no que se refere à administração dos medicamentos, com atenção especial aos horários corretos de uso.

 

“É importante seguir a recomendação médica. É comum o paciente achar que está bem e parar de fazer o uso do medicamento, o que acaba piorando o seu quadro clínico”, conta o farmacêutico da Prati-Donaduzzi, Danilo Pinheiro Stahelin. “Aqui na Prati trabalhamos com dois princípios ativos para o controle da diabetes: Glibenclamida e Metformina. Nos últimos três anos, produzimos mais de 6 bilhões desses comprimidos e todos estão disponíveis gratuitamente na farmácia popular e nas unidades básicas de saúde”, finaliza o farmacêutico.

 

Assessoria

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